segunda-feira, 11 de novembro de 2013

"Ensina a criança no caminho que ele deve andar e ainda que for velho não se desviará dele." (Pv 22:6)

http://www.youtube.com/watch?v=WeyMO8xPj9o

Minha riqueza


É rotina aqui em casa o envolvimento dos meninos com as coisas de Deus. Eu só tenho a agradecer ao Pai por isso. Manuseiam a Bíblia. Contam histórias sobre o Deus de Israel. Decoram versículos.

O Isaque, mais compenetrado, gosta da ciência das Escrituras. Lê, reflete, ensina o irmãozinho Samuel de 6 anos. Já o Samuca, gosta dos Salmos e das músicas. Chris Duran é o seu cantor preferido.

As histórias para dormir são as da Arca de Noé, José no Egito, Ressurreição de Lázaro e a Parábola dos Talentos. Domingo, a programação da família é e sempre foi celebrar a Deus na igreja.

E os outros dias? São todos para o Senhor. Sua presença é percebida em todos os nossos atos. Nossa oração na hora das refeições terminam assim: "...e fique conosco, seja convidado principal.

Gostaria que essa publicação edificasse muitos lares. Deus, Jesus, Bíblia devem fazer parte do nosso dia a dia . Orar deve ser tão natural, quanto conversar com os amigos mais íntimos.

Muitas vezes entro no quarto dos meninos e os surpreendo compenetrados com suas Bíblias. Para eles, cada personagem é vivo e as histórias são um filme cheio de aventuras. Os ensinamentos que recebem da Palavra jamais serão esquecidos. 

Isaque e Samuel fazem "arte", são corrigidos, ficam de castigo. Às vezes acertam, outras erram. São adolescente e criança como o seus filhos, porém a oração que fiz a Deus em relação aos dois tem se cumprido: "Que sejam morada Tua, Senhor. Que sejam templo do Teu Espírito."

Erramos como pais. Não somos perfeitos. Por isso, peço ao Senhor que me dê sabedoria para criar homens segundo o coração de Deus: tementes, honrados, de uma só mulher, irrepreensíveis e livres de qualquer vício.

O Lusardo refere-se a eles assim: "Filho amado, de quem eu tenho prazer." Ao copiar as palavras do Pai Maior ao Filho Jesus,  ele declara sua benção à nossa maior herança. Enquanto escrevo, Isaque dorme e Samuel me espera, como de costume, para deitarmos juntos.

Termino esse post como comecei: "A Ti, meu Deus, agradeço pela vida dos meus filhos. Que eles, assim como Jesus, cresçam em sabedoria, graça e conhecimento. Que Tu possas morar no coração deles sempre, que tenhas prazer em habitar em seus corações." Em Nome de Jesus. Amém.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Canis espaçosos devem ser prioridade para criadores de cães

       Com o objetivo de preservar a saúde das crianças que frequentam as pracinhas públicas com brinquedos de Santa Maria, o projeto de lei da vereadora Anita costa Beber (PR) visa proibir a circulação de cães com seus condutores nesses locais.

            O assunto gera polêmica e por enquanto o projeto não foi aprovado - acho difícil que seja. Como mãe, frequento pracinhas. Concordo que crianças brincarem na mesma areia que os animais fazem suas necessidades é desagradável, mas o que me preocupa é a segurança das pessoas.

            Nas pracinhas, é comum que cães de grande porte e considerados perigosos sejam conduzidos sem os materiais de segurança necessários. Confesso que ao vê-los se aproximarem, dou um jeito de sair do local. Sei que já existe lei pra isso, mas é ignorada por muitos proprietários de cães.

            O projeto da vereadora Anita inclui a problemática dos cães perigosos passearem livremente. Se um cão pode atacar seu próprio dono, quem garante que não atacará pessoas estranhas? Há casos de crianças serem apenas machucadas por cães, mas também há situações de ataques caninos que levaram ao óbito. Portanto, acho o projeto da vereadora pertinente.

Quem deseja ter animais de estimação, deve preparar espaço para criá-los com liberdade, e que não ofereçam riscos às pessoas. Há quem não goste de cães, mas gostam de pracinhas. Há outros que gostam os animaizinhos, mas sentem medo. Essas pessoas devem também ser respeitadas.

Por outro lado, sou contra a criação de animais criados em correntes 24 horas por dia. Penso que isso é crueldade pura. Um canil espaçoso, limpo e seguro deve ser prioridade para criadores de cães.

Desde o dia 19 de outubro, quando ativistas entraram no Instituo Royal para resgatar os beagles, as polêmicas com os cães têm crescido e a sociedade começa a questionar até onde vão os direitos dos animais e as responsabilidades de seus donos.

            Quero dizer, como cidadã, que os dois assuntos, tanto a experiência científica com cães, como o direito deles de passearem em praças públicas representam uma demanda social e devem ser resolvidos de maneira séria e não apenas esperar a polêmica esfriar para ignorar a situação.

            As pessoas acham razoável criticar os cientistas e o projeto da vereadora. “Libertem os beagles. Deixem os cachorrinhos passearem na praça”, é o grito dos defensores dos animais. Porém, não esqueçamos que nosso direito termina quando começa o direito do outro.
Luisa Neves

Acadêmica de Jornalismo – Centro Universitário Franciscano

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

"Para onde foi o seu amado, ó mais linda das mulheres?"

“Para onde foi o seu amado, ó mais linda das mulheres?
Diga-nos para onde foi o seu amado
E o procuraremos com você.” (Cântico dos Cânticos 6:1)



Introduzi a ministração da célula com a leitura dessa passagem bíblica. Nem sei como ela foi parar ali na reunião, visto que o tema e o versículo a serem lidos eram outros. Mas aprendi na caminhada com Deus que Ele fala o que Ele quer e quando quer. Assim, por intermédio desses versos, o Senhor falou conosco, falou comigo.

Os amantes da Palavra de Deus sabem que a noiva simboliza a igreja de Jesus. Sim, a igreja, eu e você. O noivo é o próprio Senhor Jesus, por quem ansiamos desesperadamente encontrar e celebrar as bodas do Cordeiro. Uau!

Mas o escritor dos cânticos nos questiona: “Para onde foi o seu amado?” A pergunta mexeu muito comigo, com minhas correrias e convicções. Será que não estou perdendo de vista o meu amado? Será que O tenho esquecido e deixado para falar e estar com Ele quando der?

Onde está o meu amado? Onde está o meu amado? Fica na igreja quando não estou lá? Posso levá-lo à faculdade e permitir que ouça minhas conversações? Deixo-o participar das minhas decisões? O noivo ainda está nos meus planos? A minha expectativa de estar com Ele, para sempre , está viva?

Por muito tempo uma de minhas orações mais repetidas foi: “Pai, não me deixe perdê-lo na caminhada”. Perder Jesus na caminhada não é difícil. Sabe por quê?  Porque Ele não se impõe. É gentil, educado e espera ser convidado. O Senhor está sempre perto daqueles que O buscam, mas a necessidade de Sua companhia deve ser manifestada por nós, por quem O deseja.

Assim, perdemos Jesus quando preferimos outras companhias e os objetivos espirituais deixam de ser prioridade. Enchemos nossa bagagem de tarefas e ouvimos vozes que não participam do desejo de estar com Ele. Dessa forma, não há espaço para o Noivo e, se isso acontecer, larguemos tudo e corramos para procurá-Lo.

As pessoas têm diferentes formas de invocar a presença de Jesus. Alguns O chamam de Pai. Outros de Senhor, Mestre, Rabi, Senhor meu Deus e Meu Pai, Jeová. Mas há aqueles que O chamam de Amado, Amado da minha alma. Meu Noivo.


Não importa a forma que O tratemos desde que manifestemos nosso amor e dependência. Dizer que tem saudades de Deus alegra o coração dEle. Quem não gosta de ouvir isso? Tenho saudades de ti. Perto quero estar para tocá-lo, abraçá-lo e ouvir Sua voz. No versículo seguinte o autor dos Cânticos escreve:

“O meu amado desceu ao seu jardim,
Aos canteiros de especiarias, para descansar e colher lírios.” (Cântico dos Cânticos 6:2)

Suponhamos que o jardim seja o nosso coração. O que Jesus encontraria, hoje, nesse coração? Especiarias? Que aroma teria nos compartimentos onde estão guardados todos os nossos sentimentos e aspirações? Teríamos lírios, umas das mais belas flores, para oferecer-lhe?

Nossos corações são alvos permanentes de sentimentos negativos e obscuros. Afrontas, decepções e mágoas não são lírios, portanto, não têm o direito de estar em nosso jardim. Mas se tudo isso teima em nos atingir? Através do cuidado e da intimidade com a Palavra de Deus, temos condições de arrancar as ervas daninhas. O jardim do nosso coração deve estar pronto para encontrar o Noivo.

Imagine esse encontro. Deseje esse momento. Faça planos para estar com Jesus. Cultive lírios para oferecer-lhe. Armazene especiarias, bons temperos. Tenha um sabor agradável no falar e agir. Prepare-se. Adorne-se.

“Eu sou do meu amado,
E o meu amado é meu;
Ele descansa entre os lírios.” (Cântico dos Cãnticos 6:3)

Você é de Jesus. Ele é seu. Só uma pessoa pode acabar com essa história de amor: você.
Assim como no casamento, o amor a Deus precisa ser cultivado todos os dias. Esse amor deve ser confirmado com palavras e atitudes. Então, o que você está esperando? Diga ao se Amado que você é dEle e que Ele é seu. Tenha momentos de adoração através da oração e louvor. Separe um tempo. Esteja com Ele. Celebre Jesus na sua vida e encha o seu coração de alegria.

Escrevi essa mensagem enquanto ouvia a música Vem minha Noiva do Ministério Casa de Davi. Essa canção refere-se à noiva como a igreja, mas também como todos os rejeitado por esse mundo. A noiva de Jesus não é aquela que se apresenta bem por fora, mas aquela que deseja ser adornada por Ele.
Para finalizar, se você perdeu o Noivo, chame-O. Ele deve estar esperando.  

Bom fim de semana (com o Noivo)
Luisa


Para refletir: Um retrato que pode ser o seu

Todos os dias era a mesma coisa. Lurdes levanta e prepara-se para mais um dia de trabalho. Não tem expectativas, sabe que tudo o que a espera é a rotina. Acorda, olha ao redor e depara-se com a simplicidade de sua casa. Desanima-se.
O velho sofá herdado da mãe que falecera há seis meses. Desbotado, sem graça, ainda guardava o cheiro de dona Marilda. O vaso de folhagens murchas, o copo vazio do café que tomara antes de deitar, calçados pela sala. Tudo isso só demonstrava seu estado atual: viver um dia após o outro.
Chega à mesa para tomar café e depara-se com o bilhete do filho. “Mãe, a mensalidade do cursinho está atrasada. Precisamos resolver isso, logo.” Suspira e pensa em Vítor, menino estudioso e empenhado a conquistar os sonhos. É por ele. Só por ele que Lurdes continua naquele trabalho horrível. Vítor é o presente que a vida lhe deu.
Lurdes sabe que tem que sair para trabalhar. Tem que chegar cedo à padaria onde faz salgadinhos. O cheiro da fritura já está impregnado nos cabelos e roupas. Ela sai da padaria, mas a leva junto. Tem impressão que todos sentem o cheiro de óleo, farinha e ovos quando ela passa.
Do ponto de ônibus, Lurdes visualiza a casa lotérica. Por que não tem coragem de apostar? O que custa tentar a sorte uma só vez? Seu desânimo denuncia que tem medo até mesmo de arriscar.  O que a deixou assim? A doença da mãe, a morte precoce do marido quando completavam dois anos de casamento? A falta de oportunidade de estudar? Talvez não tenha sido escolhida para brilhar, como algumas pessoas que conhece.
Os carros passam. Mulheres bonitas os dirigem. Usam lenços no pescoço, pulseiras e muito rímel. Olha pra ela. Abrigo, camiseta “Padaria Doces Sonhos” e as unhas por fazer. “E se acertasse os números? Será que mudaria? Perderia o cheiro de óleo?” Pelo menos Vítor compraria o tênis que tanto deseja. Um só não. Muitos.
O ônibus para pra ela. Não precisa nem acenar. Já faz oito anos que pega o ônibus no mesmo lugar e tanto os motoristas, quanto os passageiros já a conhecem. Porém, desta vez ela deixa o ônibus passar. Decide arriscar os números. Chega à lotérica, compra o bilhete, faz sua aposta e pega o próximo ônibus.
No trajeto faz planos. Trocar o sofá. Alisar os cabelos. Tirar carteira de motorista. Comprar uma casa com piscina. Ter funcionárias e nunca, nunca mais comer frituras. Imagina a hora de contar a novidade para o filho. Com abraços e pulos de alegria comprariam passagens para a Espanha. Vítor torce pelo Barcelona.

Termina o expediente e Lurdes corre para conferir os números. Não foi desta vez. Nem perto. Tudo bem, ela sabia que arriscar é tempo perdido. Falando em perder, a ousadia a fez perder as passagens de um dia de frituras, ou seja, de trabalho. Tudo igual, ônibus de volta pra casa, sofá velho, café morno e contas para pagar.
Tudo igual nada. Na bolsa, nossa protagonista ouve o celular. É Vítor. O filho, aluno exemplar, ganha um bolsa de estudos em Barcelona. Esperanças reacendem. O destino cuidara para que Vítor brilhasse e, se ele brilhar, já está tudo resolvido pra ela. Volta a fazer planos.
Arrumar a mala de Vítor, comprar o tênis parcelado em cinco vezes. Ele precisa estar bem vestido para estudar em um lugar importante.  Providenciar um celular com promoção para os dois. Aguardar emails e telefonemas todos os dias. Arrumar a casa para esperá-lo. Ligar para as tias e contar a novidade.

No outro dia começa tudo de novo. Bate o ponto. Farinha, ovos, fermento... 

Luisa Neves

terça-feira, 29 de outubro de 2013



O tema Reconstrução foi abordado durante dois meses no Templo das Nações.Esta é a mensagem de encerramento. Gostaria de compartilhar com vocês, já que todos nós temos algo a reconstruir em nossa trajetória.
http://www.4shared.com/video/E2Z5PJo-/Reconstruo.html


sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A exploração de animais também acontece fora dos laboratórios

Desde a madrugada do dia 19 em que ativistas invadiram o Instituto Royal, em São Roque, São Paulo, para resgatar os 178 beagles, as opiniões se dividem a respeito de testes com animais.
De um lado, os defensores dos cachorrinhos dizem que há métodos substitutivos para fazer os experimentos. De outro, os cientistas insistem que é impossível fazer ciência sem o uso de cobaias.
Todo método que use de crueldade para qualquer ser vivo, não justifica a causa, ainda que seja em benefício da saúde humana. Existem outras maneiras de testar medicações e cosméticos: métodos matemáticos e computacionais. Se um algoritmo daria conta de prever os efeitos de uma droga no organismo canino, por que os institutos de pesquisa insistem em causar sofrimento nos cães?
Penso que não podemos ser hipócritas. Será que fora dos laboratórios tratamos os animais com a consideração que merecem? Ao fazer o uso deles em rodeios, circos e para outros fins lucrativos, como o comércio desenfreado de filhotes na internet, também não os estamos explorando?
A sociedade deve exigir esclarecimento dos cientistas. Concordo que testes precisam ser feitos em cobaias, mas somente se não houver outra opção. Por outro lado, o que os ativistas pretendem fazer como os cães? Terão como dar abrigo e sustento a eles? Ou toda a ação foi baseada apenas em boas intenções?  Aproveitamos a deixa para refletir sobre todas as formas de exploração dos animais.

Luisa Neves

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Tardes de outubro

É incrível como os anos passam rápido. Aliás, não passam, voam e... nos atropelam. Não sei como não vi eles correrem desse jeito, sem me perguntar se queria uma pausa para alguma coisa. Para um chá, um mate e reflexões. Quem sabe dar uma pausa em épocas nas quais deveria ter aproveitado mais.

Já estamos no fim de outubro de novo. Parece que foi ontem que fazia planos de casar quando o Lusardo se formasse em novembro, não passava nunca e agora já são 17 anos de casamento. (vai completar em janeiro)

Lembro como me incomodava uns anos atrás pelo fato de ser muito séria. Gostava das pessoas que riam de tudo, era gostoso estar perto delas. Até me esforçava, mas sempre tinha minhas preocupações e responsabilidades para me franzirem a testa.

Tenho dificuldades com o ócio. Não gosto da sensação de tempo perdido, de não ter produzido nada, mas quanto mais penso assim, mais vejo que faço pouco. Bem que poderia sorrir mais, brincar e achar graça nas coisas simples da vida. É um exercício.

Hoje uma pessoa me perguntou o que faço nas horas vagas. Quis saber qual é o meu hobby e eu não tive resposta. Confesso que pensei, busquei, tentei inventar alguma coisa, mas não consegui responder.

Então, tirei a tarde para ficar em casa e escrever. Quem sabe é esse o meu hobby? Pronto achei! Porém estou aqui a pensar que deveria fazer umas visitas, arrumar a despensa e recolher as roupas. Também devo adiantar a janta, já que tenho aula na faculdade até às 11h.

Se for falar do tempo dividido entre tarefas, estudos e obrigações esse texto vai tomar outro rumo. Portanto, vou deixar esse assunto para mais adiante. Também não é minha intenção provocar sentimento de comiseração nos meus leitores. Quero apenas compartilhar realidades que podem ser parecidas com as suas.

Vou aproveitar as tardes de outubro para fazer planos para o verão. Ter tempo para as amigas, bater papos descontraídos, rir dos desenhos do Samuel e ter aquelas conversas filosóficas com o Isaque (pelo menos tentar). E quem sabe, não prometo, começar uma dieta?

Colocar a leitura em dia, aprender mais com meus professores e passar muitas horas na companhia de Deus. Apesar de tanta literatura especial apresentada na faculdade, a Bíblia continua sendo o livro da minha vida, cujo autor sempre está comigo. Peço a Ele, capacidade para me formar e sabedoria para entender os caminhos que a vida toma.

Quanto aos conselhos e amizades, ninguém se compara a doce companhia do meu esposo. Gente, que paciência! Mas como sabem, não vou fazer propaganda do meu marido, suas qualidades eu reservo para mim e para as crianças que temos o privilégio de tê-lo só para nós (hehehe).

Hoje, é uma linda tarde de outubro. Até a rinite deu folga, graças a Deus. Antes de sair para a academia, pretendo escrever outros artigos. E você? O que tem para as tardes de outubro, novembro, dezembro, janeiro...?

Sugestão: Mexa-se! Olhe para fora, admire o dia lindo e saia para uma caminhada sem pressa.

Beijocas!
Luisa Neves